.rmlink { font-size: 100%; float: right; margin-right: 30px; margin-top: 10px; font-weight: bold;} .rmlink a { font-style: normal; font-weight: bold; font-variant: small-caps; font-family: Arial,Sans-Serif; color: #24618e; /*Cor do Link*/} .rmlink a:visited { color: #649dc7;}/*Cor do link depois de clicado*/ .rmlink a:hover { color: red;} /*Cor do link ao passar o mouse em cima*/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

TRAGÉDIA DE SANTA MARIA - Redação Douranews

TRAGÉDIA DE SANTA MARIA foi um episódio lastimável que mexeu com o sentimento e opinião de muita gente, ocasionado pela falta de planejamento e estrutura adequada nos lugares públicos.










O engenheiro civil Luiz Henrique Moreira de Carvalho defende a tese de que toda obra só deve ser executada depois de elaborados e aprovados os projetos técnicos, inclusive o de combate a situações de pânico e incêndio. Coordenador do curso de Engenharia Civil na Unigran, Luiz Henrique recorre ao tema depois da polêmica envolvendo as responsabilidades das partes envolvidas no incêndio que já matou 238 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria/RS.
“Todas as empresas são obrigadas a fazer esse projeto, a Prefeitura só irá conceder o alvará com a aprovação do Corpo de Bombeiros”, relata o engenheiro. Devido à tragédia gaúcha, muitas discussões estão sendo levantadas sobre alvarás, lotação de casas noturnas e estrutura de locais de entretenimento. No caso específico de Santa Maria, o fato do extintor de incêndio não ter funcionado e não haver saídas de emergência no local contribuiu para que o incêndio deixasse tantas vítimas.
De acordo com o engenheiro, muitos desses locais são adaptados e não seguem as normas legais. “Normalmente, o que ocorre é que as pessoas, depois de construir um galpão, um salão comercial, resolvem adaptá-lo para uma boate noturna, um salão de festas e isso tem normas técnicas para ser cumpridas, e normalmente quando esse espaço foi construído ele não seguiu as normas, e não está apto para esse tipo de uso”.
Cada local tem que seguir normas e, segundo Carvalho, depende muito da metragem quadrada do lugar, se será um galpão, um supermercado ou uma indústria. “A partir de uma metragem é obrigatoriamente determinado o uso de extintores. A partir de uma maior metragem terá que usar mangueiras, hidrantes e em outros tipos de uso você vai ter que usar sprinklers [os sensores de calor], cada tipo de uso é específico. Em residência unifamiliar isso não é necessário”, observa o profissional.
Caso o projeto seja aprovado e a Prefeitura libere o alvará e a empresa não cumpra as normas, o Corpo de Bombeiros tem o poder de lacrar e fechar o estabelecimento até que se regularize a situação. “As leis são implícitas, mas o que tem que mudar é a consciência dos profissionais habilitados e até mesmo dos que a usam, ou seja, não tentar burlar a lei. O ideal é que o usuário denuncie, porque na hora em que todos estiverem com a mesma consciência, com certeza esses tipos de incidentes não ocorrerão mais”, acredita o engenheiro.



 Redação Douranews



Nenhum comentário :

Postar um comentário

Poste um comentário no final da mensagem e publique.
Isso é muito importante para mim!
Obrigado
Carlos Correa

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.